🚀 Onde o TI Vai Colocar a Mão na Massa em 2026:
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AI Everywhere (Mas com Propósito):
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Não é só sobre ChatGPT. A Inteligência Artificial será integrada diretamente às operações (AI Ops), monitorando proativamente a infraestrutura, prevendo falhas e otimizando o consumo de nuvem antes que o VP de Finanças perceba o rombo.
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O Resultado: O help desk vai parar de resolver os mesmos 5 problemas de sempre e passará a focar em inovação.
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A Nuvem (Cloud) Não É Mais Uma Opção, É Uma Ordem:
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A migração para a nuvem não é novidade, mas 2026 consolida o modelo Multi-Cloud e Edge Computing. Seus dados não estarão mais em um único lugar, mas distribuídos e processados na borda, mais perto de onde a ação acontece (lojas, fábricas, dispositivos móveis).
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O Foco: Latência zero e redundância máxima para aguentar qualquer crise.
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Segurança: Zero Trust ou Morte Digital:
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O modelo de segurança clássico (“confie em quem está dentro da rede”) morreu. O Zero Trust (Confiança Zero) é a regra: ninguém, nem mesmo o CEO, tem acesso garantido. Toda e qualquer requisição deve ser verificada, garantindo que o TI não seja o próximo manchete de vazamento de dados.
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A Missão: Não basta se defender; é preciso assumir que o ataque já está em curso.
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Automação Hiper-Realista:
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O script que automatiza 10 tarefas por dia já é coisa do passado. Agora falamos em Automação Hiper-Realista – robôs de software (RPA) que simulam o trabalho humano em processos complexos, liberando as equipes para projetos de alto valor.
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O Benefício: O TI finalmente consegue entregar o que o RH (e a empresa) realmente precisa.
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➡️ Conclusão Estratégica:
Em 2026, o TI deixa de ser um Centro de Custo para se tornar um Centro de Inovação. Quem não abraçar a IA, a nuvem distribuída e o Zero Trust, corre o risco de virar história.
